Discografia

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Tudo começou em 1992, no palco do Teatro João do Vale, em São Luís do Maranhão, sua terra natal. A partir deste show, promovido pela Secretaria de Cultura do Estado, Salomão di Pádua abre portas e aos poucos se torna conhecido na música maranhense, sendo convidado por outros artistas e projetos a participar de eventos e discos relevantes para a cultura local.

Em abril de 1997 este ludovicense chega em Brasília, onde levou um certo tempo até fincar seus pés, permanecendo até hoje. A reciprocidade do sentimento entre a cidade de JK e o artista maranhense foi imediata. A partir do ano seguinte Salomão já lotou uma das principais casas de shows da capital candanga, o Feitiço Mineiro. O repertório ainda era a saudade que sentia de sua gente, o calor da histórica São Luís. Passou a fazer parte da nata da música de Brasília, fazendo amizades e abrindo portas em todo canto que chegava. Comum a quase todos os artistas da música, Salomão di Pádua subiu em muitos palcos da noite brasiliense. Com longas apresentações de até quatro horas de música, foi conquistando o seu espaço, mesmo diante das dificuldades que muitos cantores enfrentam em produzir e divulgar seu próprio trabalho. A partir desse novo desafio, Salomão di Pádua só se desenvolveu e continua em movimento. Em 1998, melhor música do Festival de Música do Guará – V FEMUG. Em 1999, por meio do Projeto “Arte por toda parte”, promovido pela Secretaria de Cultura do Distrito Federal, apresenta o show “Vendedor de Sonhos”em diversas cidades satélites do DF.

Em 2001 estreia o Show “Mais me vale uma canção” no Foyer da Sala Vila Lobos – Teatro Nacional Cláudio Santoro e também na Sala Guimarães Rosa, do Ministério da Cultura, durante a Semana da Cultura Brasileira. Em 2002 sobe pela primeira vez ao palco da Sala Funarte Cássia Eller para estrelar o Show “Bons Amigos” ao lado de Antenor Bogéa, Sandra Duailibe, Pecê Sousa, Célia Rabelo, Eduardo Rangel, Márcia Veras, Farley Jorge (piano). No mesmo ano estreia o Show “Pro dia nascer feliz”, uma homenagem a Cazuza, um dos seus ídolos. 

Em 2004, de volta a Brasilia - depois de uma longa temporada em São Paulo (2003), onde se apresentou em casas como “Dona Flor” e “Roda Viva” - reapresenta o show “Mais me vale uma canção” na Sala Funarte Cássia Eller. Dias depois é convidado pelo compositor e cantor brasiliense Eduardo Rangel para interpretar canções de Chico Buarque, no Feitiço Mineiro. Em 2005, participa do Espetáculo Musical “Festivais, cantos e contos”, produzido e dirigido pelo compositor Pecê Sousa. Este show já apresentou-se diversas vezes em Brasília, passando por vários espaços culturais. No elenco estão Sandra Duailibe, Nilson Lima, Célia Rabelo, Janette Dornellas e Pecê Sousa. Em 2006, ao lado da cantora Cely Curado, participa do Projeto SESC Musical Tributos, numa linda homenagem a Lupicínio Rodrigues.  LEIA MAIS